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Mostrando postagens de outubro, 2011
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Segunda-feira (31/10/11) - Resistência de Gênero 16h:00 - Mesa de abertura: O saber marginal x O saber acadêmico Convidados:  Allan da Rosa - poeta, educador e capoeirista.                Sala 08 - Unidade I 18h:00 - Mini-curso (gênero) - Mulheres Negras no Brasil Odum Produções com participação de Tiely Queen - Rapper, cineasta, atriz e educadora. Coordenadora do projeto Hip Hop Mulher. Sala 08 - Unidade I 18h:30 - CIA Sansacroma (Apresentação) - Sala de dança CEU 19h:30 - As Capulanas (Apresentação) - Espaço do C.A. Terça-feira (01/11/11) - Resistência Indígena-quilombola 16h:00 - Grupo Tekoá Pyaú (Apresentação) - Pátio do Campus 16h:30 - A aldeia e a cidade - "Tekoa Tetã" (Mesa-redonda) com participação de lideranças da aldeia Tekoa Pyaú (Jaraguá) e mediação da Prof. Dra. Artionka Capeberibe UNIFESP Sala 05 - Unidade I 18h:00 - Grupo de Capoeira Coquinho Baiano Espaço do C.A.             ...

3º Encontro Hip Hop Mulher

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Vamos Prestigiar!!!

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Ciclo de Palestra e Debates: A Mulher Negra no poder: Reflexões e Perspectivas

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Frente Nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto

Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto Em defesa dos direitos das mulheres Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar. A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública. As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções segu...

Cine Carcará "SOU FEIA MAS TÔ NA MODA"

Salve a Tod@s No dia 02 de outubro ocorreu no Espaço Cultural Elo da Corrente a 1ª edição do Cine Carcará com o documentário "Sou Feia mas TÔ na Moda", e nós do Coletivo Esperança Garcia,  fomos convidadas para trocar algumas ideias a respeito do seu conteúdo. Buscando sair da nossa "zona de conforto" analisamos o olhar que o documentário buscou apresentar a respeito do funk e de sua vertente mais atual e polêmica, o FUNK SENSUAL, como é chamado pelas MC's que cantam e vivem dessa arte. Ressaltando todas as problemáticas que rodeiam essa vertente musical, principalmente a respeito da sexualização exagerada da mulher, mais especificamente da mulher negra diante desse contexto, porém não podemos deixar de pensar e refletir sobre a mensagem positiva que Denise Garcia focou quando produziu o documentário. A partir das falas de Deise da Injeção, Vanessinha Pikachú, Tati Quebra-Barraco, outros "bondes" de meninas e outras mulheres moradoras da Cidade de...

Desigualdades entre mulheres na educação brasileira são discutidas na OEA

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Nesta terça-feira, dia 25, será apresentado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington o Informe Brasil – Gênero e Educação. A audiência pública da Comissão tratará das desigualdades entre mulheres na educação brasileira e de outros países da América Latina. A partir da audiência, serão propostas recomendações da Comissão aos governos dos países do continente. O informe brasileiro foi produzido no marco da Campanha  Educação Não Sexista e Antidiscriminatória pela organização Ação Educativa, com colaboração da organização Ecos – Comunicação e Sexualidade, do  Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto Sedes Sapientiae (CNRVV-SP) . O documento é organizado por Denise Carreira, coordenadora de educação da Ação Educativa e relatora Nacional para o Direito Humano à Educação da Plataforma DHESCA Brasil. A Campanha Educação Não Sexista e Antidiscriminatória ( http://educacion-nosexista.org/ ) [i]  é...
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Fotos: 3º Festa d@s Ibejis

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Salve a Tod@s, Brincadeiras, doces, sorrisos, alegrias... Agradecemos a energia de tod@s na terceira festa d@s ibejis... que venha os próximos anos.... Axé pra Nós....

1º INTERVENÇÃO CULTURAL - PROJETO PERIFERIA ATIVA‏

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Curso de Educação e Cultura Africana

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de 7/11 a 12/12 sempre às segundas e quartas das 19:00 às 22:00 horas Por quê a para quem? O Brasil tem raízes na África, que são desconhecidas pelos brasileiros, inclusive aqueles diretamente afrodescendentes. Desde 2003, a Lei 10639/03 prevê que seja ensinada na escola a história da cultura Africana, suas riquezas, suas contribuições. Mas grande silêncio, desconhecimento e preconceito ainda pairam sobre o assunto. Esse curso pretende resgatar a cultura africana e afro-brasileira, e é destinado a educadores, estudantes das áreas de humanidades, militantes políticos, religiosos de todas as vertentes, interessados em cultura africana e ciências humanas em geral. Além disso é indicado para todos que lutam pelos ideais do combate à discriminação religiosa, racial ou de gênero. O tema da cultura africana, a partir do exemplo do povo yorubá e seus mitos será estudado muito além de seus aspectos religiosos, mas de como esta civilização se formou na África a partir destes mitos e nos influe...

Três mulheres dividem o Prêmio Nobel da Paz de 2011

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Ellen Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman foram laureadas. Trio lutou pela paz e pelos direitos das mulheres na Libéria e no Iêmen. Do G1, com agências internacionais imprimir Três mulheres- a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf , a militante  Leymah Gbowee , também liberiana, e a jornalista e ativista iemenita  Tawakkul Karman - foram laureadas com o Prêmio Nobel da Paz de 2011. O anúncio das vencedoras foi feito nesta sexta-feira (7) em Oslo, capital da Noruega, pelo comitê que outorga o prêmio desde 1901. As vencedoras vão dividir um prêmio equivalente a US$ 1,5 milhão (cerca de R$  2,7 milhão). Thorbjoern Jagland, presidente do comitê do Nobel, argumentou que as laureadas foram "recompensadas por sua luta não violenta pela segurança das mulheres e pelos seus direitos a participar dos processos de paz". "A esperança do comitê é de que o prêmio ajude a colocar um fim na opressão às mulheres que ainda ocorre em muitos países e a reconhecer o gr...