segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUEM TEME AS MULHERES? - SIMPÓSIO INTERNACIONAL-

O Instituto Cervantes apresenta seu simpósio internacional "Quem teme as mulheres?", com a curadoria de Guita Grin Debert. As palestras/encontros acontecerão ao longo do mês de junho, nas terças-feiras, das 19h às 21h, sempre no Espaço Cultural do Instituto, Av. Paulista, 2439.
As últimas décadas foram marcadas por mudanças radicais na experiência das mulheres vivendo em diferentes contextos e condições. Quais são os significados destas transformações? Que tipos de reações elas provocam na nossa sociedade? Como redefinem os imperativos de masculino e de feminino?
O objetivo deste simpósio internacional é discutir essas questões, contrastando atitudes, situações e empreendimentos políticos, especialmente no contexto da cultura brasileira e da cultura hispânica. Transições, saltos ou abismos que se produziram em nossas sociedades nos últimos cem anos causando uma extraordinária redistribuição das funções sociais que tratamos de identificar e até analisar por meio de todos os suportes: cinema, vídeo, pensamento, literatura e artes visuais.

O simpósio faz parte do programa "Quem teme as mulheres?", que o Instituto Cervantes desenvolve durante o ano de 2010 dando continuidade ao que já foi oferecido, como a exposição Subjetivo Feminino, que apresentou fotografias de Cláudia Jaguaribe, Erica Bohm, Flávia Junqueira e Nicola Constantino. O MIS já apresentou o ciclo de cinema Mulheres a frente atrás das câmeras. Durante o simpósio o Espaço Cultural do Instituto Cervantes acolherá a exposição Um olhar caleidoscópico, de Rochelle Costi. Nesta exposição a artista explora, com humor e ironia, até mesmo sua própria identidade corporal, subvertendo os limites entre a obra de arte e o espaço da realidade cotidiana.

1/6 – As mulheres no mundo trabalho: vicissitudes na era da flexibilidade.
Judith Astelarra Bonomi. Socióloga, professora titular da Universidad Autonoma de Barcelona (Espanha).
Helena Hirata. Socióloga brasileira, diretora de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS), pesquisadora visitante na UNICAMP e na USP.
Como vem sendo definida a relação entre vida profissional e vida familiar? Quais são as carreiras em que a presença da mulher é marcante? Pode-se dizer que há um feminização do mundo do trabalho? É possível identificar novas formas de segregação ocupacional? A comparação de contextos europeus, asiáticos e latino-americanos oferece um quadro instigante das transformações no sentido do trabalho e das carreiras ocupacionais para homens e mulheres de diferentes gerações no mundo contemporâneo.
8/6 – Masculinidade/feminilidade: maternidade, sexualidade e as novas etapas da vida adulta.
Dora Barrancos. Historiadora da Universidade de Buenos Aires, diretora do Instituto Interdisciplinario de Estudios de Gênero.
Márcia Tiburi. Filósofa da Universidade Mackenzie é colunista da Revista Cult e participante do programa Saia Justa do canal GNT.
Os avanços tecnológicos apontam a possibilidade da gravidez em idades cada vez mais avançadas, mas “gravidez na adolescência” se transformou num dos grandes problemas sociais. É, também, cada vez maior o número de filhos que mesmo em idade adulta continuam morando na casa dos pais. A imagem das mulheres de 40 anos não é mais a de seres condenados à passividade própria de quem inicia a marcha irreversível da velhice. Como essas mudanças no curso da vida criam novos mercados de consumo, redesenham a oferta de bens e serviços e redefinem masculinidades e feminilidades?
22/6 – Presença e sensibilidade da mulher na arte atual: literatura, artes plásticas e teatro.
Adelina Sánchez Espinosa. Crítica Literária da Universidad de Granada e coordenadora do GEMMA (Erasmus Mundus Master´s Degree in Women’s and Gender Studies).
Regina Silveira. Artista e docente da Escola de Comunicação e Arte (ECA) da Universidade de São Paulo.
Até o século XIX era rara a presença das mulheres no mundo das artes. Qual é o significado da presença cada vez mais ativa de mulheres nesse território? Seria o mercado das artes menos segregacionista do que outras esferas profissionais e, portanto, mais aberto à exposição de obras e a conquista da fama e do sucesso pelas mulheres? A representação artística do feminino pode ganhar contornos distintos nesse novo contexto? Em que medida as clivagens de gênero criam novas concepções sobre as mulheres, suas tarefas e seu destino?
29/6 – Gênero e sexualidade
Dolores Juliano. Antropóloga da Faculdade de Geografia e História da Universidad de Barcelona (1984-2001) e vice-presidente da LICIT, Línea de investigación y cooperación con inmigrantes trabajadoras sexuales (2001).
Maria Filomena Gregori. Antropóloga da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pesquisadora do Pagu-Núcleo de Estudos de Gênero da UNICAMP e do CNPq.
Prostituição e pornografia são temas em debate que dividem os diferentes movimentos e teorias feministas. As dimensões variadas do mercado e da demanda por sexo e sensualidade ganham significados distintos num contexto em que o tráfico internacional de pessoas tem ocupado um espaço cada vez maior nas agendas nacionais e internacionais. É possível falar numa sexualidade politicamente correta? Num contexto em que a indústria do sexo se amplia é importante saber quem são seus usuários e qual o caráter dos bens que estão sendo oferecidos.

Entrada gratuita

Nossa fonte:Erica Peçanha



por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

domingo, 23 de maio de 2010

Sexta do mês


"Tuga" what? Rappers kriolu deslocam a relação convencional entre o espaço e a identidade em Portugal
Derek Pardue (Washington University in St. Louis)
Coordenadora da mesa: Profa.Dra. Rose Satiko (USP)
Debatedor: Inácio Andrade (Mestrando am Antropologia/ USP)

Dia:28 de maio de 2010
Horário: 14hs
Local: Auditório da Antropologia (Sala 24)
Prédio da Filosofia e Ciências Sociais

* a palestra será realizada em português

por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

Entrevista de Erica Peçanha - livro Vozes Marginais na Literatura

Confira a entrevista de Érica Peçanha no  site Fórum de Literatura a respeito do  livro Vozes marginais na literatura.


Site :http://www.forumdeliteratura.com/.  

 
por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia
 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ENCONTRO TEMÁTICO DA POPULAÇÃO NEGRA PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO – PME 2011-2020

O Movimento Negro de São Paulo convida para o encontro Educação Etnicorracial no Plano de Educação da Cidade de São Paulo. O Plano Municipal de Educação definirá a educação do município para os próximos 10 anos e precisamos contribuir com as questões etnicorraciais. Buscando garantir o caráter participativo da construção desse plano, o Movimento Negro de São Paulo convida estudantes, educadoras e educadores, mães e pais, gestoras e gestores, trabalhadores e trabalhadoras da educação, pesquisadores e pesquisadoras, universidades e demais movimentos sociais e pessoas envolvidas com a Educação das Relações Raciais a participarem do Encontro Temático da População Negra.
Contamos com sua participação e contribuição com ideias e propostas para uma educação pública de qualidade!
Tema: Educação Etnicorracial no Plano de Educação da Cidade de São Paulo
Data: 22 de maio de 2010
Horário: das 10h às 14 hs
Local: Sindicato dos Jornalistas - Rua Rego Freitas, 530 (próximo Igreja da Consolação)

Pauta
-Informes e andamento das plenárias das subprefeituras para o Plano Municipal de Educação;
- Plano Municipal de Educação e a educação etnicorracial na cidade de São Paulo: avanços e desafios;
- propostas de educação etnicorracial e de relações de gênero para o Plano Municipal de Educação;
- gestão democrática e financiamento;
- eleição de delegados/as e eleição de temas prioritários.

Fonte: Aruanda Mundi : http://aruandamundi.ning.com/?xg_source=msg_mes_network


por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

terça-feira, 18 de maio de 2010

Lançamento cd "O Bloco na Rua" - Ilú Obá de Min

 No dia 23/05/10, vai acontecer a festa de lançamento do cd "O Bloco na Rua" da
Banda Feminina de Percussão Ilú Oba De Min, a partir das 16hs na Casa das Caldeiras.
Projeto TodoDomingo da Casa das Caldeiras.
Endereço: Av: Francisco Matarazzo, 2000 - Agua Branca



*O Ilú Oba de Min é uma organização formada por mulheres negras que promove e amplia estudos e atuações artísticas com enfoque na cultura de matriz africana, há mais de vinte anos.
Maiores informações: www.iluobademin.com.br/home1.htm




por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia





sexta-feira, 14 de maio de 2010

"Entre Costuras Educativas" - Museu Afro Brasil

O Museu Afro Brasil desenvolve, aos finais de semana, oficinas, voltadas para prática educacional e convida  professores, educadores e estudiosos para participarem destas ações. As oficinas são ministradas quinzenalmente aos sábados, das 11h às 14h.
Para fazer a inscrição a fim de participar das atividades oferecidas é necessário enviar o nome e nº do RG , informar a idade, os contatos (telefones e emails) para o e-mail: agendamento@museuafrobrasil.com.br, aos cuidados de Tayná.

Obs.: O solicitante deverá receber via e-mail um documento de confirmação que deverá ser apresentado na recepção.
Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n

Parque Ibirapuera - Portão 10

São Paulo / SP - Brasil - 04094 050

Fone: 55 11 5579 0593
http://www.museuafrobrasil.com.br/

 
 
por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

Viva, Carolina, Viva - Museu Afro Brasil 15/05




por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

Regulamentação de Terras Quilombolas

O STF está a ponto de incluir na pauta de votação o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalida de movida pelo PFL/DEM contra o Decreto 4887/2003 que regulamenta o procedimento de titulação das terras quilombolas. Foi elaborado abaixo assinado em favor da manutenção do Decreto, e que recebeu apoio de  Boaventura de Souza Santos e a Relatora da ONU para a Moradia Adequada, Raquel Rolnik.
A petição está no seguinte link:  http://new.petition online.com/ quilombo/ petition. html

 

  por Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

 

Biblioteca Digital Mundial

A Biblioteca Digital Mundial, foi aberta em 14 de setembro de

2009, em Paris. O vasto acervo de informações se divide em obras para leitura, consultas e pesquisas. Além de disponibilizar fotos, documentários, e manuscritos raros de diferentes regiões e países.
Consulte!!!!





por: Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia


13 DE MAIO: COMEMORAR O QUÊ?

*Jaqueline Lima Santos

O Brasil, ultimo país a abolir a escravidão nas Américas, aquele que explorou aproximadamente 4 dos 10 milhões de africanas e africanos que foram trazidos para exercer trabalho escravo desse lado do Atlântico, possui hoje o maior número de população negra fora do continente africano.
Estamos aqui para falar de negras e negros como sujeitos políticos no período da escravidão. Todo mundo sabe que no Brasil existiu mais de três séculos de exploração, violência e desumanização das(os) não brancas(os) pela colonização européia, mas o que a história não conta é que as(os) negras(os) também eram agentes frente às formas de opressão, que não eram “coisa”, e sim “ser” diante do sistema escravocrata.
Antes da chegada do 13 de maio, a população negra organizou diferentes movimentos de resistência, através da formação dos quilombos, das irmandades, dos trabalhos urbanos, rebeliões nas senzalas, além das diversas revoltas: Malês, Balaiada, Sabinada, entre outras, e foram protagonistas da primeira tentativa de independência no país, através da formação do Quilombo de Palmares, este que sobreviveu mais de 100 anos como um Estado organizado e independente, derrotou por diversas vezes o exército colonial, até que, depois de diversas tentativas, foi invadido e vencido covardemente em 1695 pelo exército de Domingos Jorge Velho.
Vale lembrar que as mulheres negras tiveram papel fundamental nesses movimentos de resistência negra, exercendo papel de líderes, estrategistas, guerreiras, informantes e organizaram as alternativas criadas pelas(os) negras(os) frente ao Estado colonial.
A população negra dinamizou a história do Brasil, não aceitando a condição de escravizada, estabeleceu contra-movimentos e foi conquistando aos poucos sua liberdade, seja através de fugas, ou através da compra de cartas de alforria, e no 13 de maio de 1888, quando a Princesa Isabel assina a leia Áurea, apenas 5% da população negra ainda exercia trabalho escravo. No entanto, é dado o bônus pelo fim da escravidão a princesa boazinha que “libertou os negros”, e nada se fala da luta das(os) negras(os) pela sua liberdade. A lei áurea foi uma estratégia para desmobilizar a população negra que, a exemplo do Haiti, em algum momento, através das explosões constantes de rebeliões, tomaria o Estado brasileiro. Além disso, o processo de industrialização no país exigia a passagem do trabalho escravo ao trabalho livre, só assim o empregador poderia comprar a força de trabalho de acordo com as suas necessidades, e quando contratada, custaria os meios de subsistência do trabalhador.
O que aconteceu a partir de 14 de maio de 1888? A população negra não foi indenizada pelos três séculos e meio de escravidão, as senzalas sobem para os morros, onde hoje se localizam as favelas. A partir de então a imigração européia é incentivada para o Brasil, a fim de ocupar os postos de trabalho assalariado e embranquecer o país, havia até quem acreditasse que em 100 anos não haveriam mais negros no Brasil, e olha nós aqui. Mesmo reconhecendo que estes novos imigrantes foram explorados na venda da sua força de trabalho, eles estavam em condições favoráveis em relação à população negra, através das políticas de doação de terras e moradias que os eram direcionadas, além de serem priorizadas(os) nos postos de trabalho.
Por isso hoje, mesmo a lei áurea tendo marcado “oficialmente” a passagem da(o) negra(o) da condição de escrava(o) a cidadã(o), o que não garantiu nenhum direito da cidadania brasileira a esta parcela da população, que até os dias de hoje encontra-se em condições extremamente desiguais em relação a população branca, o movimento negro no Brasil não comemora o dia 13 de maio, mas tornou essa data o DIA NACIONAL DE DENÚNCIA CONTRA O RACISMO, e comemora o dia 20 DE NOVEMBRO COMO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, dia em que morreu Zumbi dos Palmares, mais um dia de luta para a luta de todos os dias.
Hoje, 122 anos após a abolição inacabada, não temos o que comemorar. Queremos nossas carteiras de trabalho assinadas, queremos reparações ações afirmativas nas universidades, queremos punições contra os crimes de racismo, e colocamos o Estado brasileiro no banco dos réus.

*Mestranda em Antropologia pelo Departamento de Ciências Sociais da UNESP - Marília /Pesquisadora do NUPE - Núcleo Negro da UNESP para Pesquisa e Extensão

 
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sarau Elo da Corrente Abolindo a Escra-visão -

Confira a programação especial do Sarau Elo da Corrente.

Programação

*06/05 - 20:30

SampaSamba e sua história
Grupo dos 7 (Teatro)  - Roda de Samba "Nas quebradas do mundaréu -Plinio Marcos"
Facilitadora: Maria Helena - Presidente da Velha Guarda do Rosas de Ouro
e Embaixatriz do Samba -SP

*13/05 - 20:30
Beleza Negra e suas Raízes
Exibição de video e confecção de turbantes
Facilitadora: Cathiara Oliveira

*20/05 - 20:30
Dança Afro - Uma expressão de liberdade
Vivência coletiva com a dança afro-brasileira
Facilitadora: Cia de Arte Negra Capulanas


*******O bar do Santista fica na Rua Jurubim, 788 -A-Pirituba -SP


Realização: Sarau Elo da Corrente / VAI -PMSP
Apoio:  Coletivo Cultural Poesia na Brasa e Coletivo Cultural Esperança Garcia

domingo, 2 de maio de 2010

Corpa Negra



Corpa Negra tivera a vida como presente
Na labuta, suava de tanto nascer todo dia
Chorou todas as lágrimas do mundo, cansara de rios de sangue
Cantara de tanto sofrer várias línguas
Multiplicara milhões de vezes os peixes e as bocas
Assimilara ervas, árvores, credos, pedras e céus azuis
Inspira sempre o ar renovando sapiência
Horroriza-se ante a qualquer tipo de açoites que ainda são
Parira amores e dores
Mesmo que grandes e pequenas nações desumanizadas
Demoradamente a cada demora três centenas de anos
Morreria mais que mil vezes e ainda agora resistia
Trocou aquilo por isso e quilombolizara até hoje
Banhou-se por horas a fio, perdoou-se de ranços, renomeou-se
Chegou aqui.

                                                            ** Maria Tereza

Nossa mensagem: Inspirada para criação e construção do novo continuará a nos fazer sentir orgulho de sermos mulheres. Partiu o corpo mas felizmente  sua energia vai nos embalar e fazer com que continuemos essa luta com a força e determinação que só as guerreiras tem!
Muita paz!Muita Luz e Boas Energias para todos os familiares, amigos e conhecidos!!!!!!!!

axé!


por Coletivo Cultural Esperança Garcia

domingo, 25 de abril de 2010

1º Encontro Regional para acolhimento de propostas, sugestões e moções -Projeto de Lei de Incentivo e Fomento à Cultura (Pró-Cultura),

Informação importante sobre o Programa Nacional de Incentivo à Cultura!!!!

        
Câmara dos Deputados

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

O Presidente da Comissão de Educação e Cultura

Deputado Angelo Vanhoni

Convida para o 1º Encontro Regional para acolhimento de propostas, sugestões e moções raao Projeto de Lei de Incentivo e Fomento à Cultura (Pró-Cultura), relatado pela deputada Alice Portugal. Ressaltamos que as propostas, sugestões e moções devem ser necessariamente encaminhadas por escrito para o acolhimento adequado das mesmas.

Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.

Data: 26 de abril de 2010

Horário: 19 horas

Comissão de Educação e Cultura (CEC)
End.: Câmara dos Deputados, Anexo II, Ala C, Sala 170 - Cep. 70.160-900
Tel.: (61) 3216-6623 a 6631 / Fax.: (61) 3216-6635 / E-mail: cec.decom@camara.gov.br

Marcos Cordiolli
Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados
___________________________________



Fonte: Lúcia Udemezue -socióloga/ativista cultural
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural esperança Garcia

sexta-feira, 23 de abril de 2010

I Expressão Hip Hop – Osasco 2010 -

Sesc Osasco, Espaço Cultural Grande Otelo e a Secretaria de Cultura, firmaram uma parceria para realizar entre  os dias 29 de abril e 2 de maio a I Expressão Hip Hop – Osasco 2010.
O evento tem como objetivos divulgar o movimento Hip Hop e vai incluir oficinas de qualificação técnica de DJ, MC, B.Boy e Graffiti, além de atividades de entretenimento.

Programação

29 de abril – DJ (das 10 às 21 horas) + oficina de grafite (das 15 às 18 horas) + oficina de Mc Xis (das 19 às 21 horas).
30 de abril – DJ (das 10 às 21 horas) + grafite live paint (das 15 às 18 horas) + palestra a História do Hip Hop (das 18 às 21 horas).
1 de maio – DJ (das 10 às 21 horas) + oficina de Break (das 15 às 18 horas) + oficina de produção musical (das 18 às 21 horas).
02 de maio – DJ (das 10 às 21 horas) + oficina DJ (das 12 às 15 horas) + Batalha de Break (das 16 às 18 horas) + Batalha de Mc (das 19 às 21 horas).

Profissionais participantes

Oficina de Grafite: Alan (Sesc)
Oficina de Mc: Xis (Sesc)
Oficina de DJ: DJ Mako, ou Erick Jay ou MF
Oficina de Produção Musical eletrônica (RAP): Lumbriga
Oficina e batalha de Bboy: Pelezinho + Catatal ou Cocada + Chaveirinho
Palestra A Historia do Hip Hop – MC e Jornalista Rodrigo Brandão


Data 29 de abril a 2 de maio
Espaço Cultural Grande Otelo
Rua Dimitri Sensaud de Lavaud, 100 - Vl. Campesina
Mais informações: 3699-5618

Fonte: Revista de Cultura da Prefeitura de Osasco


por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

Festa do Quilombo São José - Comemoração ao Dia dos Pretos Velhos

No dia 15 de maio de 2010 a partir das 10hs começa a festa no Quilombo São José em Valença- RJ. Tive a oportunidade de conhecer esse território de resistência e preservação da cultura negra no ano de 2009. Me lembro, que chegamos pela manhã e estava acontecendo a missa em um lugar muito simples mas com uma energia indescritível,  a feijoada é servida igualmente para todos. O mais gostoso é poder sentar para comer ao lado de pessoas que vivem no Quilombo, aproveitando as breves pausas entre uma colherada e outra para ouvir histórias e notícias do lugar. A noite  o clima nebuloso contrasta com o sereno que cai e todos são embalados ao som das músicas e danças tradicionais que nos fazem vibrar e tremer de emoção.  É muito bacana e vale a pena conhecer!!!!!!

Geralmente, aqui em nossa cidade são organizadas excursões por grupos e pessoas que tradicionalmente acompanham os trabalhos realizados no quilombo.
Caso, alguém tenha interesse em participar entre em contato pelo e-mail : coletivoculturalesperancagarcia@gmail.com e procuramos direcionar esse interesse para alguém do nosso círculo de contatos.





Programação da Festa


10 horas - Missa afro ao ar livre
12:30 horas - Feijoada
13hs - Folia de Reis de Valença
13: 30 hs - Ciranda de Tarituba - Parati
14:00 hs - Capoeira, Maculele e Samba de Roda
15:00 hs - Boi Pintadinho e Mineiro Pau de Miracema
Jongo de Barra do Piraí
Caxambu de Porciúncula
Caxambu e Boi Pintadinho de Santo Antonio de Pádua
16:30 hs - Jongo de Pinheiral e Arrozal
17:00 hs - Jongo de Quissamã
18 hs - Confraternização entre os grupos
19 hs - Benção da fogueira pela matriarca da comunidade, Mãe Tetê
19:30 hs - Homenagem aos Pretos-Velhos - Jongo do Quilombo São José
Início da Roda de Jongo na fogueira intercalada com Baile de Forró e Calango no salão até as 8 da manhã.

Algumas fotos  e vídeos do quilombo podem ser encontradas no blog:

http://quilombosaojosedaserra.blogspot.com/




Créditos/fotos: blog.: Quilombo São José
 
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia


quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Princesa e o Sapo – Um Conto de Fadas sobre Comunicação, Educação e Racismo*

A Princesa e o Sapo – Um Conto de Fadas sobre Comunicação, Educação e Racismo*
Por Cláudia Santos**



Geralmente quando se menciona o conto de fadas em que a princesa beija o sapo, relembramos as lições de moral dessa literatura. No caso desse conto, que surgiu escrito pela primeira vez 1810, em anotações dos Irmãos Grimm, vem a perspectiva de ensinar que é preciso cumprir as promessas ainda que a jura seja feita a um sapo.
Prometeu receber o sapo em sua casa e deixar que ele coma com você no seu prato uma sopa quentinha em troca da ajuda para resgatar sua bola de ouro do fundo do lago? Por mais asqueroso tudo possa parecer, nada de fugir e bater a porta. Cumpra a promessa. Mostre que sua palavra tem valor. Assim fez a princesa obediente a orientação do rei-pai. Essa é a moral que a narrativa compilada da tradição oral pelos Irmãos Grimm quer nos comunicar.
Nessa mesma versão dos Grimm a jovem princesa chega ao limite ao ver o sapo se preparando para dormir em sua cama real. Numa reação bem violenta, a moça atira o sapo contra uma parede. É a mistura da inusitada demonstração de ferocidade seguida do choque contra o muro que faz tudo mudar: quebra o feitiço do príncipe e liberta a princesa da jura. Tudo vira um lindo e rico casamento, onde os dois nobres serão felizes para sempre.
Eu imagino que vocês já ouviram essa versão. Talvez as que são professoras também já tenham escutado e possivelmente contam a história desse jeito. Talvez prefiram aquela versão ligeiramente diferente em que a princesa, cheia de virtudes, beija o sapo e ele logo se torna um galante príncipe.
Peço a vocês perdão pela repetição de uma narrativa que vocês já conhecem. Mas isso será útil caso você se arrisque a assistir com ou sem crianças, a título de divertimento, ao mais recente lançamento dos Estúdios Disney. Será útil também se você for educadora daquelas que por força do exercício profissional pensa em levar “A Princesa e O Sapo” para a escola como uma novidade nesse início de ano letivo imaginando que exibir o filme é uma forma de colaborar para uma educação antirracista. Vale também para as que organizam cineclubes. Tem validade ainda para quem é ativista e busca animações, documentários e vídeos pra motivar discussões sobre raça e gênero.
Digo isso por que esses foram os motivos que me levaram ao cinema para assistir a esse filme. Acompanhei, desde ano passado, a publicidade em torno de “A Princesa e O Sapo”. Sonhei que com essa animação, baseada no conto dos Irmãos Grimm, teríamos aquilo que muitos de nós, militantes de movimentos negros, chamamos de “direito à normalidade”. Isso é algo que podemos ver no seriado norte-americano “My Wife and Kids”, no Brasil rebatizado de “Eu, a patroa e as crianças”. A série é um exemplo do gênero sitcom, a abreviatura da expressão em inglês situation comedy ou comédia de costumes em português.
Como muitas das pessoas que conheço e assistem ao seriado, sou fã do belo Damon Wayans, ator que interpreta Michael Richard Kyle, personagem que na série é casado com Janet Marie, interpretada por Tisha Campbell Martin. Conheço outras pessoas que assistem ao seriado por este ser um raro exemplo em que é facil se identificar com o humor estrangeiro. Sempre que vejo o seriado penso que as experiências do casal e seus filhos são uma éspecie de “direito à normalidade”. Os personagens têm consciência racial, refletem sobre isso, se posicionam a partir desse lugar em que a negritude importa como experiência, mas a série é antes de tudo comédia. Uma comédia em que ser negro é normal.
Há, entre os que discutem comigo esse “direito à normalidade”, alguns a dizer que a família do seriado “Eu, a patroa e as crianças” tem dinheiro e esse elemento é que garante o direito à normalidade. Sigo no debate discordando por que esse direito também está presente em outros seriados, já fora do ar nos EUA mas com uma audiência regular no Brasil, a exemplo de “Todo mundo odeia Chris” e nesse caso a família é bastante pobre.
“A princesa e o sapo” dos Estúdios Disney nem nos permite debater sobre o nosso “direito à normalidade”. O modo como a narrativa está estruturada nos rouba essa chance já de início. Não entramos na narrativa dos Irmãos Grimm em 1810, naquela época ainda estávamos ocupados em provar nossa humanidade, em consolidar nossa entrada na sociedade. Em 2010, 200 anos depois, já provamos nossa humanidade, mas ainda temos muito que resistir, brigar por uma forma de representação que não nos menospreze.
A publicidade do site oficial não apresenta o filme como uma fábula ou conto de fadas, mas sim como uma comédia romântica e musical. Nem uma palavra sobre o histórico fato de a princesa ser a primeira negra ao longo dos 87 anos de existência da companhia fundada em 16 de Outubro de 1923 pelos irmãos Walt e Roy Disney.
Anika Noni Rose, que interpreta a voz de Tiana, a princesa negra, acreditou que dublar a personagem já seria garantia de imortalidade. A cantora e atriz de 34 anos, que entre nós tornou-se mais conhecida como a terceira componente do grupo de cantoras negras no filme “The Dreamgirls” foi eleita pelos estúdios Disney numa disputa que envolveu nomes de peso como Alicia Keys, Jennifer Hudson, Beyoncé Knowles e Tyra Banks.
No Brasil, para Kacau Gomes que já havia dublado Mulan, o trabalho teve um sentindo bem diferente. Em entrevista ao site de notícias “Extra – Online” do grupo Globo.com ela disse que “Tiana é a primeira princesa negra da Disney. E sou uma mistura bem brasileira com mãe negra e pai branco. Eu me sinto uma privilegiada por fazer esse trabalho, não podia pedir mais. E qual mulher não sonhou ser uma princesa? — empolga-se.”
Na mesma entrevista ela explica o processo de seleção: “E foi graças a um amigo que ela conseguiu a empreitada. — Ele tinha visto o trailer nos Estados Unidos e disse que a personagem tinha que ter a minha voz. Liguei para o Garcia Jr., diretor da Disney no Brasil, com quem já trabalhei, e perguntei sobre a dublagem. Dois meses depois ele me ligou dizendo que realmente Tiana tinha a minha cara e que eu iria fazê-la — conta.”
Tudo isso foi pouquíssimo divulgado pela mídia brasileira, assim como um outro dado interessante foi desvalorizado na publicidade local: Oprah Winfrey, negra comunicadora e milionária, uma das mais fortes defensoras da candidatura e cabo eleitoral de Obama, interpretar a personagem Eudora, mãe da princesa Tiana. Mais que isso, no Brasil, nenhuma atriz ou ator negro serão imortalizados por emprestar a voz a um personagem. Nao é possível juntar consciência racial e atuação no cinema.
Responsável pelo roteiro, o escritor negro Rob Edwards(1) afirmou que os principais valores do filme são a presença dos melhores profissionais em animação disponíveis no mercado, a qualidade excepcional dos números musicais e os personagens que podem ser identificados com pessoas comuns. Edwards diz imaginar que um casal pode estar assistindo ao filme e quem sabe a esposa não cutuca o braço do marido e diz que um personagem se parece com ele.
O roteirista também declarou que preferiu não se fixar tanto na expectativa de estar preparando algo de valor monumental e se concentrar na idéia de contar uma história honesta cujo enredo gira em torno de duas pessoas especiais, que se encontram e se apaixonam. “Eu queria uma história que pudesse ser contada aos meus amigos e meus amigos pudessem contar essa história aos seus filhos e filhas”.
Foi isso que disse Edwards na entrevista, esse é o limite do seu desejo. Edwards deveria ter previsto que quando as duas pessoas especiais são não-brancas a história envolve mais que paixão. O enredo passa a ter também percepções sobre as relações étnico-raciais e as zonas em que isso se acirra, como ancestralidade e religiosidade. Nesse caso, Edwards repetiu clichês de marginal e mãe preta ou preta velha na construção dos personagens, basta observar dois deles, o Dr. Facilier e Mama Odie.
Concordo com Rob Edwards que a qualidade técnica do filme é irretocável. E, ao que parece, isso não dependia dele. Acredito até que ele seja um roteirista talentoso, saiba narrar bem uma história. Mas ao final, de algum modo, sua estrela forte, capaz de brilhar a ponto de levá-lo ao maior e melhor estúdio de animação do mundo e dos nossos sonhos, deve ter sido momentaneamente apagada e sucumbiu ao racismo na hora de produzir o roteiro de “A princesa e o sapo”.
Tiana, a principal personagem, não tem sobrenome. Seu pai morre cedo e de herança lhe deixa a crença de que se trabalhar duro é possível conseguir tudo que se deseja na vida. Eudora, sua mãe, é costureira sem atelier próprio, executora de vestidos de princesa para meninas brancas ricas e está sempre lá para apoiá-la e lembrá-la dos ensinamentos do falecido pai.
A família negra não tem sobrenome e muitos menos nobreza. Tiana cresce freqüentando as casas ricas em que a mãe vai atender a clientes como a família branca La Bouff onde fará uma duradoura amizade com Charlote. Desde a infância as meninas mostram suas diferenças, não só as étnico-raciais mas também as de personalidade. Tiana é trabalhadora e não princesa. Divide seu tempo no trabalho de garçonete em três lugares diferentes! Por cobiçar ascensão sócio-economica, Tiana beija um sapo. A personagem acreditava que se livrasse o príncipe do feitiço ganharia o que precisava em dinheiro para abrir seu próprio restaurante.
A presença das mulheres negras no filme está bem marcada e subjugada a uma forte hierarquia racial. É um padrão contra o qual lutamos desde o início do século passado. Nós mulheres negras estamos em rota de saída desse lugar tão subalterno como única alternativa. Se você assistir o filme será impossível não notar que a jovem negra conta só com a mãe, não tem dinheiro. Tiana passa a maior parte do filme labutando até a exaustão na sua própria pele ou na pele do sapo em que se transforma ao beijar o príncipe.
A adaptação do conto de fadas viola o direito à normalidade de jovens negras. Esse tipo de narrativa que pouco sofre mutações, ainda que principalmente submetidas à regra da oralidade, mas no caso de “A princesa e o sapo” a transgressão é brusca. De um lado, a jovem branca tem pai, dinheiro e herança, tem círculos de amizade, promove festas e banquetes para atrair príncipes ao tempo em que desfila coleções de vestidos.
De outro lado, a negra se torna princesa pelo casamento com um príncipe de caráter duvidoso, ela própria terá de ensiná-lo sobre ética, moral e, pasmem, gerenciamento financeiro. A branca se torna princesa porque o pai é rei do carnaval, ainda que sob a insinuação de um certo favorecimento político, já que ele é eleito 8 vezes seguidas por falta de candidatos em Nova Orleans, onde se passa a narrativa.
Ao fim da narrativa a jovem negra segue reinando como cozinheira famosa em seu restaurante, que fica dentro do castelo, única recompensa que lhe aguarda. Do lado de fora da narrativa os Estúdios Disney licenciam como produto um livro de receitas de Tiana – A princesa culinarista. A branca, ao conhecer o irmão do príncipe, uma criança com não mais que 8 anos, faz planos de casamento e insinua que vai esperar até que ele cresça sem cogitar esforço maior que isso para sua vida além das artimanhas para conquistar um príncipe.
Imagino que vocês devem estar achando interessante a análise que faço sobre esse filme e ao mesmo tempo perguntando se essa problematização pode ajudar no objetivo desse painel, que é apresentar o panorama da comunicação, no que se refere ao racismo, para provocar reflexões sobre estratégias de enfrentamento.
A resposta para essa minha opção não é simples, mas existe e é direta. “A princesa e o sapo” simboliza a condição das negras mulheres diante do panorama da comunicação contemporânea. É essa a reflexão que quero partilhar com vocês, e não seria possível sem uma análise do filme antes.
Nossas listas de comunicação virtual pipocaram de expectativa pelo filme e foi só. Usamos nosso acesso a redes de comunicação para acompanhar lançamentos, festejar nossa presença no cinema, mas enquanto negros e negras em movimentos diversos não conseguimos dialogar amplamente sobre o resultado que o filme tem em nós e na educação das crianças nossas ou não. Percebemos a comunicação como um segmento estratégico, mas ainda não conseguimos intervir como desejamos e gostaríamos.
Não acredito que com o filme rompemos com os dilemas da invisibilidade, antiga e grave questão no âmbito da comunicação e da educação, porque no filme as pessoas negras são representadas numa condição inferior, apenas por serem negras. A representação está ligada diretamente à possibilidade de existir. Se não pudemos nos ver como somos não existimos.
Perceber os dilemas expressados pelos afro-americanos envolvidos no processo de produção do filme é difícil, requer um monitoramento de mídia. Esse monitoramento é fundamental para o rompimento da invisibilidade, é estratégico no âmbito de uma disputa que envolve a nossa existência e nossas relações na diáspora. Isso implica em capitalizar politicamente conquistas coletivas, desde a influenciar os grandes estúdios a produzir filmes sobre nossa vida, nosso direito não apenas à normalidade, mas à imortalidade. Não existiremos e nem seremos representados com a consciência racial que desenvolvemos se não tomarmos isso como nossa tarefa.
Precisamos nos fortalecer para trabalhar com as questões de comunicação a partir desse ângulo de pessoas negras. Enquanto professora de educação básica, formadora de professores no CEAFRO, pesquisadora dessa relação entre comunicação, educação e identidade étnico-racial e ainda produtora de informação pela via da imprensa negra no IROHIN percebo o crescimento das recentes teorias e práticas relacionadas a uma pedagogia da comunicação, educomunicação ou mesmo mídia-educação, que favorecem uma suposta leitura crítica dos meios.
Esses termos usados para caracterizar área interdisciplinar do conhecimento, considerada nova nos estudos acadêmicos e voltada para desenvolver formas de ensinar e aprender sobre certos aspectos dos meios de comunicação na sociedade, não dão conta de nossa existência, não dão conta da consciência racial e dos modos de representação e das ações didáticas que produzimos para educar a sociedade brasileira.
Os que tentam nos educar desconhecem nosso processo de educação. Não entendem que nossa disputa é por uma teoria do conhecimento que não nos apague. Desejamos sim a compreensão crítica da sociedade e a participação ativa das pessoas negras no processo de educação. Mas queremos isso marcando a nossa existência, sem ter que forçosamente embranquecer, fortalecendo nossa identidade, celebrando nossa ancestralidade, consolidando nossa resistência.
As criança negras do século XXI, suas famílias, suas comunidades e seus educadores não precisam de narrativas que as tornem nobres nos moldes eurocêntricos. O que falta é conhecer nossa experiência coletiva de afirmação identitária na diáspora, que também passa pela produção audiovisual autoral para educação e pela imprensa negra. Não desejamos uma inclusão como apêndices ou meros apelos comerciais, candidatos ao consumo. Queremos ter e veicular nossa própria produção.
O que tenho de melhor para compartilhar com vocês a partir das experiências desenvolvidas no âmbito do CEAFRO e do IROHIN é isso: uma experiência autoral com o que nela há de exercício de democracia e de filiação à imprensa negra que me leva a entender que nossa educação é comunicação; nossa comunicação é educação.

*Palestra proferida no Seminário Mulheres Negras Nordestinas no Combate à Discriminação Racial na Mídia. Recife, 19/03/2010.**Professora, atua no JORNAL IROHIN (www.irohin.org.br) e na formação de professores no CEAFRO/CEAO/UFBA, doutoranda em Língua e Cultura (PPGLL/ UFBA). klaudiasantos8@yahoo.com
 
Fonte: Aruanda Mundi
 
 
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISADORES(AS) NEGROS(AS)

“AFRO-DIÁSPORA, SABERES PÓS-COLONIAIS, PODERES E MOVIMENTOS SOCIAIS”

26 a 29 JULHO de 2010

VI COPENE


O VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) debaterá sobre “Afrodiáspora: saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais”, a fim de apresentar e discutir os processos de produção/difusão de conhecimentos intrinsecamente ligados às lutas históricas empreendidas pela populações negras nas Diásporas Africanas, nos espaços de religiosidades, nos quilombos, nos movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e na literatura, nas escolas e universidades, nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos.
Difundir e debater os saberes produzidos por negros(as) no Brasil implica no esforço de identificar no cenário sociocultural brasileiro, conhecimentos, manifestações e formas de pensar/estar no mundo, concepções, linguagens e pressupostos não hegemônicos, construídas pela multiplicidade de sujeitos que constituem as populações negras, focalizando essa população como produtora de conhecimentos científicos, técnicos e artísticos.
Essa temática também propõe uma reconfiguração dos quadros da memória, no que tange a experiência histórica da população negra no Brasil, que respeite a presença da ancestralidade e tradições africanas, mas, ao mesmo tempo, considere as composições, traduções e recriações realizadas nos movimentos da diáspora.
A escolha dessa temática para orientar os debates e proposições do VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as), leva em consideração a atual conjuntura brasileira, quando os segmentos negros organizados reivindicam e acentuam o incremento de mecanismos jurídicos-políticos de constituição material de direitos, tais como: a Lei n.º 10.6391 e suas Diretrizes Curriculares, a implementação de Políticas de Ações Afirmativas, a luta pela aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e do Projeto de Cotas para Negros nas Universidades pelo Congresso Nacional, o que tem implicado na exigência e na urgência de ampliar o campo de discussão e produção de conhecimentos sobre as populações negras.
Em suma, traremos à tona estudos e debates sobre a realidade das populações negras, principalmente as questões ligadas ao racismo, às reconstruções culturais diaspóricas, às resistências e (re)existências negras. A disseminação de conhecimentos e o debate sobre tais questões, a busca de alternativas que possibilitem a equidade social, farão parte dos trabalhos de intelectuais negros e negras no VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as).
Estimamos que sejam beneficiados(as) diretamente pelo VI COPENE cerca de 2000 participantes, de todas as Unidades da Federação e do exterior. Além disso, espera-se que na realização deste congresso, assim como nas edições anteriores, tenhamos um crescimento quantitativo e qualitativo da produção científica.




Endereço da Comissão Executora:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Campus Maracanã – Rua São Francisco Xavier, 524, Sala 12030, Bloco A – CEP 20550-900
Telefone: (21) 2587-7731 / (21) 2587-7653 - Ramal: 35
Correio eletrônico: copene2010@abpn.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Aos interessados e estudiosos uma grande oportunidade de troca de idéias e laços de fortalecimento no movimento.
 
Fonte: Atruanda Mundi - Culturas Negras,História, Arte, Educação, Entretenimento
 
axé!
 
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

terça-feira, 20 de abril de 2010

3º Trançando Arte - Encontro de trançadeiras de Várzea Paulista

Sugestão cultural: 

São diversas atividades organizadas por especialistas em estética enraizada.                                      







 
 
por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

segunda-feira, 19 de abril de 2010

POSSE DA DIRETORIA INDEPENDENTE CULTURAL DA VELHA GUARDA DO SAMBA DE SÃO PAULO

No próximo dia 20 de abril, terça-feira, às 19 horas, a Associação Independente Cultural da Velha Guarda do Samba do Estado de São Paulo realiza em Sessão Solene na Câmara Municipal de São Paulo, a posse de sua segunda diretoria eleita, para a gestão 2010/2014. Em 2006, a Câmara Municipal recebeu a Associação, em Sessão Solene que empossou a primeira diretoria 
Dia 20 de abril - 18h30 – Recepção dos convidados /  19h00 – Solenidade de Posse

A nova diretoria, eleita para um mandato de quatro anos, tem como Presidente Carlos Alberto Caetano (Unidos do Peruche); na Vice-Presidência, Humberto Bonfim (Vai-Vai); como 1º Secretária, Maria Cristina Nunes Martins (Unidos do Peruche); como 2º Secretária, Maria de Lourdes Ribeiro (Barroca Zona Sul); como 1º Tesoureiro, Paulo Santana Vangrelino (Vai-Vai); e, como 2º Tesoureira, Maria Helena Rosalino (Camisa Verde e Branco).

Maiores informações: http://velhaguardadosambasp.blogspot.com/


por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

sexta-feira, 16 de abril de 2010

XII SEMANA DA ÁFRICA 2010

CURSO: ÁFRICA: RENASCIMENTO, DIVERSIDADE CULTURAL E UNIÃO AFRICANA.

Um curso de três dias será realizado em 26, 27, 28 de maio de 2010 (quarta-feira, quinta e sexta-feira), abordando o tema geral RENASCIMENTO, DIVERSIDADE CULTURAL E UNIÃO AFRICANA”.

Este curso terá inscrições prévias com direito a certificado, e será realizado no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (local a confirmar). Pretende-se atingir os professores da rede pública e privada, alunos e público em geral. Dois temas serão abordados: 1) Sistema de governo, civilização negra, paz e constituição de novos espaços econômicos e políticos do renascimento africano 2) A problemática das resistências em África e na diáspora e uma sessão de comunicações de trabalhos coordenadas apresentados para concorrer ao prêmio Kabengele Munanga.

Pretende-se essencialmente:
1) Inserir conhecimentos sobre a História e a realidade do continente africano, da relação entre África-Brasil e da cultura produzida pelos afro-brasileiros na sociedade nacional;
2) Dialogar e debater sobre a implementação da lei 10.639/03 e a presença das culturas de matrizes africana e afro-brasileira na cultura brasileira;
3)Estimular a democratização da informação e conhecimento no intuito de contribuir com a valorização, fortalecimento e afirmação da identidade étnico-racial paulista.

Inscrição
A data limite das inscrições será 20 de maio de 2010. Existem duas maneiras de se inscrever:
1) Preencher a ficha de inscrição (em anexo) e encaminhá-la para saddoag@gmail.com e secretaria@forumafrica.com.br
2) acessar o site www.forumafrica.com.br/semana_africa.html, preencher a ficha de inscrição relativa ao curso e enviar
Taxa de inscrição: Enviar comprovante de pagamento da taxa de inscrição R$20,00, por e-mail ou ao endereço: A/c Saddo Ag Almouloud, Alameda Eduardo Prado, 383, casa 13, Campos Elíseos, CEP. 01218-010, São Paulo - SP.
Pagamento da taxa de inscrição: deposito na Conta do Fórum África (Banco do Brasil – Agência Cidade Universitária 3559-9 – Conta Corrente 15.027/4).
Número de vagas: 80

PROGRAMAÇÃO


Tema 1


Dias:  26/05/2010 das 14h00min às 17h00min  e  27/05/2010 das 14h00min às 17h00min

"Sistema de governo, civilização negra, paz e constituição de novos espaços econômicos e políticos do renascimento africano"

Convidados:

Prof. Dr. Acácio Sidinei Almeida Santos - Departamento de Antropologia da PUC/SP
Vice-Coordenador/Pesquisador da Casa das Áfricas

Prof. Dr Kabengele Munanga - Diretor do Centro de Estudos africanos - USP

Local: USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária. Prédio de Filosofia e Ciências Sociais da FFLCH-USP- sala 08

Tema 2
Dia 28 de maio de 2010 das 14:00 às 16:00
"A problemática das resistências em África e na diáspora"

Convidado

Prof. . Bas'Ilele Malomalo- Faculdades de Letras e Ciências da Universidade Estadual Paulista – Araraquara Sala 107

Dia 28 de maio de 2010 das 16:00 às 18:00

Temas diversos (Premio Kabengele Munanga)

Sessões de comunicações de trabalhos coordenadas Local: USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - Cidade Universitária. Prédio de Filosofia e Ciências Sociais da FFLCH-USP Sala 117

A ficha de inscrição deve ser elaborada com os seguintes dados:

NOME:

ENDEREÇO:

CIDADE/ESTADO: . CEP:

TELEFONE/FAX: CELULAR:

E-MAIL:

NOME DA INSTITUIÇÃO: FORMAÇÃO:



por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia


2ª Edição do Prêmio Políticas Públicas e equidade: avanços práticos!

O concurso Políticas Públicas e Equidade: avanços práticos tem como objetivo premiar ensaios que identifiquem, avaliem e discutam experiências de ação pública que contribuam efetivamente para a redução das desigualdades econômicas, sociais, políticas, de gênero e de raça/etnia.
Estimular a produção de jovens pesquisadores/as sobre estudos aplicados no campo interdisciplinar da equidade.
Contribuir para a construção de conhecimentos práticos que possam ajudar as organizações públicas
brasileiras a cumprir com maior eficácia as o br igações constitucionais explicitadas no art. 3 inciso III e IV da Constituição de 1988.

Poderão concorrer a esse prêmio
Brasileiras/os e estrangeiras/os que tenham residência permanente no Brasil. Estudantes de Mestrado e Doutorado e recém mestres e doutores dos cursos de Administração, Antropologia, Ciência Política, Direito, Psicologia, Saúde, Arquitetura, Urbanismo, Serviço Social, Educação, Sociologia ou áreas afins.


Categorias de premiação

Mestrandos ou mestres cuja dissertação foi defendida no máximo dois anos antes da data de inscrição.
Doutorandos e doutores cuja tese foi defendida no máximo dois anos antes da data de inscrição.
Nota: Pessoas que são doutorandos e tenham concluído o mestrado há mais de um ano devem se inscrever somente na categoria Doutorando/doutores.

Prêmios

O prêmio para mestrando ou mestre:
  • Ganhador/a: R$ 3.000,00.
  • 2 Menções honrosas: R$ 1.000,00
O prêmio para doutorando ou doutor:
  • Ganhador/a: R$ 5.000,00.
  • 2 Menções honrosas: 1.500,00.
Para mais informações, acesse este link :
http://www.eaesp.fgvsp.br/Ceapginterna.aspx?PagId=EOKMMRSP&ID=753

ou mande um e-mail premio.equidade@fgv.br

axé!

por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

WORKSHOP EDITAL PRÊMIO CULTURA HIP-HOP

WORKSHOP EDITAL PRÊMIO CULTURA HIP-HOP
A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias convida para a iniciativa do Ministério da Cultura, o Prêmio Cultura Hip-Hop.

Quando: 19 e 20/abril (segunda e terça)
Horário 19h às 22hs
Local: Ação Educativa - General Jardim, 660 - Vila Buarque
Maiores informações:  3151 2333 R153



por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

quinta-feira, 15 de abril de 2010

OSWALDO DE CAMARGO - 50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Nossa dica cultural:

HOMENAGEM AO POETA E CONTISTA OSWALDO DE CAMARGO
Dia: 23 de abril - sexta-feira - 18h30
Onde:  CÂMARA MUNICIPAL - VIADUTO JACAREÍ, 100

Oswaldo é sem dúvida um dos nossos grandes pensadores e intelectuais e merece essa homenagem pelo meio século de vida literária.

Fonte:Quilombhoje

Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

A PRECURSORA DAS IDÉIAS

Dica Cultural:

É com grande satisfação que convido vocês a assistirem a peça escrita por Dirce Thomaz, atriz, arte-educadora e integrante da Companhia os Invasores - http://www.invasoresciaexperimental.blogspot.com/


A PRECURSORA DAS IDÉIAS

           Autora e Diretora: Dirce Thomaz
                                                                                                 Supervisão Geral: Luiz Baccelli

O tema do espetáculo é a cosmogonia, baseado na mitologia africana, explorando especialmente as particularidades dos mitos Makonde, de Moçambique e inspirado nas figuras mitológicas apresentadas na obra “O Cru e o Cozido I” de Levi Strauss.
A personagem principal  será uma velha senhora contadora de histórias. Ao narrá-las, a mesma fala da criação do mundo, dos seres vivos vegetais, animais, e da criação do homem em suas várias etnias. A etnia negra, seus usos e costumes, sua cultura, será vista com mais profundidade, abordando inclusive a questão da sua diáspora e como se deu sua adaptação por todo o mundo.

A Estátua Mágica e a Menina Noites serão os personagens utilizados pela velha senhora contadora de história para, através delas, falar da inserção do negro no Brasil colônia, mostrando as riquezas que vieram com esse povo, evidenciando os principais elementos da cultura negra e as outras etnias advindas dessas relações.

A Estátua Mágica, que é peça de um Museu, cansada de ouvir as histórias de seu povo africano narradas de maneira ilegítima por visitantes que ali passavam, certo dia, sai do seu pedestal, vira um ser humano e dá inicio a um povoado que se espalha por todo o Continente Africano.

A Menina Noite se protege aos pés da Estátua Mágica pois é a herdeira do tesouro que pertence a Estátua e é também a esperança de continuação da etnia negra.

Nesse espetáculo mostraremos como a crença, a coragem e a perspicácia foram características importantes para que esse povo negro pudesse sobreviver fora da África.

A poética do espetáculo prima pelos sentidos. A imagética contribui para a valorização da peça. Os elementos da natureza como o vento/ar, o fogo, a chuva/água e a terra têm forte relevância no desenvolvimento do espetáculo.
Texto: Dirce Thomaz
                                                                                                                     Classificação: Livre






por: Jú Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Violação à intimidade: o gênero epistolar em A cor púrpura, de Alice Walker

Entrou no ar, a mais recente edição da Revista Ipotesi - Publicação do Programa de Pós-Graduação em Letras - Estudos Literários da Universidade Federal de Juiz de Fora.
Fica o convite para o acesso da versão online do artigo: Violação à intimidade: o gênero epistolar em A cor púrpura, de Alice Walker, do mestre em crítica literária Waltecy Alves.
Boa leitura !!!

Site da Revista Ipotesi (UFJF).



Link do artigo:



axé!



por: Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia

Edital Credenciamento de Projetos Culturais em São Caetano do Sul

A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul, por meio da Coordenadoria Municipal da Juventude (Comjuv) abre, nesta quinta-feira (25/3), inscrições para o credenciamento de projetos culturais, esportivos ou profissionalizantes para jovens. Os interessados em prestar serviço como oficineiros ou artistas podem se inscrever até 15 de abril, das 10h às 18h, no Centro de Referência da Juventude – Estação Jovem (Piso superior do módulo 2 do Terminal Nicolau Delic - Rua Serafim Constantino, s/nº, Bairro Centro).

Serão cadastrados projetos nas áreas de artes cênicas, artes visuais, artes plásticas, literatura, músicas, expressões culturais, esportivos, orientação e formação profissional, entre outros. As propostas precisam ter caráter de qualificação e atualização para os jovens, além de enriquecimento de sua experiência de vida e de sua formação nas diversas linguagens artísticas e ainda promover a participação em atividades de lazer, fruição livre e socialização.
No ato da inscrição é preciso apresentar a ficha de inscrição preenchida, um projeto e um plano de trabalho detalhado, cópias simples do RG, CPF e de um comprovante de residência, e um currículo profissional que comprove a experiência e formação na área específica. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Prefeitura (saocaetanodosul. sp.gov.br), na página de Editais, em Secretaria da Cultura.

Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 30 de abril, no site da Comjuv (comjuv.saocaetanodo sul.sp.gov. br), no site da Prefeitura e no Estação Jovem. Mais informações pelo telefone 4226-5518. (25/03/2010)


Texto: Paula Fiorotti

Programa Senac de Gratuidade

O SENAC continua com inscrições abertas para vagas gratuitas em cursos da Formação Inicial ao Nível Técnico. Essa oportunidade é resultado da parceria firmada  Senac e  Governo Federal, a qual foi ratificada pelo Decreto 6633, de 5 de novembro de 2008. 
O Programa Senac de Gratuidade tem por objetivo ampliar o acesso a educação profissional de qualidade para homens, mulheres e jovens de baixa renda.

Informações no site: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?template=1541.dwt&testeira=1540



axé!
 
 
Juliana Balduino
Coletivo Cultural Esperança Garcia